Longevidade Saudável

CARTA ABERTA À SOCIEDADE BRASILEIRA

Movimento Anti-Aging injustamente atacado por desinformados e maliciosos.

Por Dr. Ítalo Rachid

O movimento Anti-Aging sofreu injusto e descabido ataque em artigo publicado no Jornal Folha de São Paulo no final de dezembro / 2009.

O artigo, contendo uma série de fatos e idéias propositadamente confusas e distorcidas foi assinado por um conceituado médico professor de Geriatria da Universidade de São Paulo.

Valendo-se da sua titulação acadêmica, achou-se no direito inconseqüente de emitir valor de juízo acerca de uma área do conhecimento médico em que demonstrou completa ignorância e grande preconceito, atingindo, em última análise, a honra de profissionais sérios que procuram exercer a medicina com ética e dignidade.

Procuramos o aludido jornal no sentido de obter concessão de um espaço para a devida réplica, por uma mais do que elementar questão de insenção e justiça.

Qual não foi a nossa surpresa em ter tido o nosso pleito estranha e inexplicavelmente negado.

Diante de tal postura incabível em um veículo de comunicação de massa que se propõe exercer a liberdade de imprensa democraticamente, optamos por divulgar de forma aberta a carta-resposta enviada ao Jornal Folha de São Paulo há cerca de duas semanas atrás, no sentido de que os nossos médicos, clientes e toda a sociedade brasileira de um modo geral, possam tirar as suas próprias conclusões:

Antienvelhecimento é um movimento científico que teve início em 1990 nos Estados Unidos e hoje, 19 anos depois, congrega 270.000 médicos, cientistas e pesquisadores em 105 países.

Existe, no entanto, um problema de base com o modelo proposto: a sua terminologia causa, por vezes, embaraço e constrangimento em algumas pessoas que emitem opiniões injustas, descabidas e passionais, e, para agravar, sem qualquer embasamento científico ou conhecimento sobre o tema.

A expressão "antienvelhecimento" é um eufemismo e não quer dizer que as pessoas não vão envelhecer, ou, ainda pior, que descobrimos a fonte da juventude eterna. Antienvelhecimento significa apenas que as pessoas podem ter, se for adotado um programa racional e individualizado de cuidados preventivos, maiores chances de envelhecer de forma saudável, ativa e produtiva, reduzindo os riscos e comorbidades associados ao envelhecimento.

O modelo de saúde que confere validade ao antienvelhecimento é solidamente embasado na fisiologia, portanto, baseado em ciência, baseado em evidências, resultados clínicos comprovados e fartamente documentado nos mais respeitados periódicos científicos indexados do mundo.

O que defendemos, na verdade, é uma união de esforços com a medicina tradicional e a intensificação das ações em medicina preventiva, único modelo de saúde capaz de confrontar as novas necessidades oriundas da verdadeira epidemia do envelhecimento mundial.

Na verdade, o envelhecimento saudável é uma vasta e complexa receita de bolo. No contexto de todos os ingredientes, existe o papel central ocupado pelo declínio hormonal masculino e feminino que, após instalados, acarretam aceleração dos processos metabólicos do envelhecimento. Isto posto, não quer dizer em absoluto que os hormônios sejam uma panacéia. Defendemos o uso clínico de hormônios bioidênticos em seres humanos, alicerçados numa criteriosa e rigorosa avaliação individual de cada caso, considerando sempre o binômio risco X benefício.

Na atualidade, sou o diretor científico do Grupo Longevidade Saudável, constituído de 1.035 médicos pertencentes a 32 especialidades distintas, que aplicamos estes conceitos na nossa prática médica diária.

Este grupo é composto por pessoas de elevados princípios morais e com sólida formação profissional, sendo alguns deles professores-doutores de renomadas universidades brasileiras. Vale ressaltar que 27 destes médicos são geriatras, sendo que três são professores-doutores de universidades brasileiras tendo um deles já ocupado uma das diretorias da Sociedade Brasileira de Geriatria.

Interessante ressaltar que todos os médicos do Grupo Longevidade Saudável praticam modulação hormonal em si mesmos e em seus familiares, e temos hoje em nossas mãos, a responsabilidade de zelar pela saúde de mais de 45.000 cidadãos brasileiros de diversas faixas etárias, que optaram por este modelo de saúde para as suas vidas, de forma livre, informada, consciente e desimpedida.

Finalmente, gostaria de colocar-me à inteira disposição para dialogar com médicos, professores de medicina e os múltiplos segmentos que compõem a classe médica brasileira, no sentido de apresentar de forma ética e isenta os fundamentos e bases científicas que emprestam sustento e credibilidade a este movimento.

Respeitosamente,

Dr . Ítalo Rachid

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