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17/04/2010

Máquina do Tempo

DR. ÍTALO RACHID EXPLICA COMO CHEGAR AOS 50 COMO SE OS ANOS NÃO TIVESSEM PASSADO.

REPOSIÇÃO HORMONAL COSTUMA ser assunto de mulheres que passaram dos 45 anos e vivem assombradas pela chegada da menopausa, certo? Não mais. Graças a avanços recentes na chamada medicina anti-aging, a reposição de hormônios (e também de vitaminas e sais minerais) vem sendo aconselhada a mulheres na faixa dos 30, porque nessa época o organismo já começa a sintetizar alguns hormônios em menor quantidade. Essa queda é a principal esponsável pelo envelhecimento - da diminuição do tónus da pele ao aumento da gordura corporal. É óbvio, portanto, que quanto mais cedo você conseguir frear os sintomas, menor será o estrago. Quando a medicina anti-aging virou assunto pela primeira vez, 20 anos atrás, a reposição hormonal trazia uma série de efeitos colaterais, além de ter eficácia limitada. Esses revezes vêm sendo vencidos com espantosa velocidade, e a boa forma de Madonna, Michelle Pfeiffer e Juliette Binoche, celebs cinquentonas que nem de perto aparentam a idade que têm, é a maior prova disso. Mais conhecida no Brasil como medicina da longevidade, a prática não garante juventude eterna, mas retarda ao máximo o processo de envelhecimento. A ideia é fazer com que as pessoas continuem a manter corpo e disposição de 30, mesmo depois de passarem dos 50. A medicina anti-aging parte do princípio de que devemos repor o que o corpo deixa de produzir ou metabolizar com o passar do tempo, dos hormônios às proteínas, vitaminas e sais minerais. "É importante corrigir essas carências de imediato, para que o organismo mantenha suas habilidades funcionais", explica o ginecologista ítalo Rachid, maior especialista brasileiro no assunto. Delegado Internacional da World Anti-Aging Academy of Medicine, que congrega as principais entidades da área no mundo, ele diz que hoje é possível, através de exames de sangue e determinados testes de saliva, detectar com precisão alterações metabólicas e deficiências hormonais em cada paciente. "Já que não podemos parar o tempo, identificamos quais funções orgânicas estão mais comprometidas pelo envelhecimento e aplicamos terapias que ajudam a atrasar o relógio biológico", completa. Essa abordagem põe por terra um dos mais antigos paradigmas da medicina: a de que o envelhecimento provoca a diminuição da produção de hormônios. "Pesquisas mostram que acontece justamente o contrário: é a queda dos hormônios que faz com que a gente envelheça", explica a médica Maria Amélia Bogêa. Foi ela quem me falou pela primeira vez sobre a terapia. Estava empolgadíssima com os resultados do tratamento que, antes de receitar para seus clientes, havia experimentado nela mesma. Uma das mais famosas especialistas em medicina estética do Rio, Bogêa contou que depois de seis meses de anti-aging estava se sentindo outra mulher, mais magra e com muito mais gás. "Virei triatleta, passei a malhar todos os dias e minha pele está ótima", ri. Benefícios que conquistou graças à reposição feita com os chamados hormônios bioidênticos. Obtidos através de um sofisticado processo de engenharia genética, eles têm estrutura molecular exatamente igual à dos hormônios humanos. Rapidamente absorvidos pelo organismo, não fazem mal à saúde. Além disso, são ministrados em doses infinitesimais, graças a avanços na nanotecnologia que reduziram drasticamente o tamanho de células, átomos e moléculas. "Os chamados hormônios nanoestruturados nos permitem receitar doses 50 vezes menores do que as que costumávamos indicar há apenas cinco anos", diz Rachid. "É uma tecnologia recente, ultramoderna." Além de pílulas com vitaminas, proteínas e sais minerais, você passa a usar diariamente cremes à base de hormônios. Entre eles o estradiol, que mantém a elasticidade da pele e regenera os ossos; a progesterona, fundamental na prevenção de sintomas comuns à TPM e à menopausa como irritabilidade e mudanças bruscas de humor; e a testosterona, cuja deficiência está associada à diminuição de massa muscular, acúmulo de gordura e perda da libido. Os adeptos da medicina anti-aging também são a favor da reposição do hormônio do crescimento, o GH, que quando entra em declínio dispara sintomas como prostração, aumento de peso e aparecimento de rugas e cabelos brancos. Sua carência também está relacionada a doenças ligadas à idade como osteoporose, depressão, insônia e algumas cardiopatias. "Administrado em doses fisiológicas, o GH tem a capacidade de reverter todo esse processo", diz Rachid. A medicação e os cremes devem ser complementados com a Dieta em Zona de Equilíbrio Hormonal, criada pelo endocrinologista americano Barry Sears. Ela é baseada na redução do consumo de carboidratos, cujo excesso estimula a produção de insulina, e no aumento da ingestão de proteínas e gorduras. Mas nada de carnes gordas, óleos saturados ou manteiga. No cardápio entra muito peixe, azeite de oliva, frutas, grãos e massas integrais. O objetivo é que depois de alguns meses de anti-aging você esteja mais magra, com os músculos tonificados e o metabolismo funcionando a pleno vapor. "Também aumenta a produção de colágeno, que deixa a pele mais firme e com viço. As pessoas se sentem mais bem-dispostas e com maior agilidade mental. É como se mantivéssemos o organismo sempre calibrado, no auge da performance", avalia Maria Amélia. E quando se deve iniciar o tratamento? "O ideal é atuar prevenindo o envelhecimento. Quanto mais cedo você começar a se tratar, melhor." Ou seja, por volta dos 30 anos, quando tem início o declínio das funções hormonais.